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Taberis Prime A

Biorreator de bancada de vidro para pesquisa e desenvolvimento de bioprocessos, com esterilização em autoclave e volumes de trabalho de 2,5, 4, 5,6, 9,6 ou 13,5 L.

Biorreator Taberis Prime A com vaso de vidro, unidade de controle e monitor

Taberis Prime A: Biorreator de Bancada Autoclavável

Vaso de vidro autoclavável
Cinco opções de volume de trabalho
Agitação superior configurável
Até 4 linhas de gás com MFC
Supervisão por BioScada II


O que é o biorreator Taberis Prime A?

O Taberis Prime A, da Bioengineering AG, é um biorreator de bancada autoclavável para a rotina de pesquisa, treinamento e desenvolvimento de bioprocessos. Seu vaso de vidro pode ser esterilizado em autoclave, permitindo integrar o equipamento aos procedimentos já adotados pelo laboratório. O fabricante apresenta o modelo como uma solução compacta para iniciar o trabalho com cultivos controlados.

O Prime A é indicado quando a equipe precisa acompanhar variáveis de processo em um vaso individual e comparar resultados entre bateladas. Se a etapa inicial exige muitas condições simultâneas, conheça o Taberis Parasmart para triagem paralela. O guia da linha Taberis ajuda a relacionar os modelos às etapas do desenvolvimento.

Vaso de vidro e volumes de trabalho disponíveis

O folheto do Taberis Prime A informa cinco opções de volume de trabalho: 2,5, 4, 5,6, 9,6 e 13,5 litros. São opções de configuração do vaso, não uma faixa contínua de operação garantida para uma única unidade. O vaso pode ser de vidro de parede simples ou dupla, conforme a necessidade de controle térmico e a configuração adquirida.

Ao escolher o tamanho, considere o volume inicial de meio, as adições planejadas, o espaço necessário para espuma e gases e a quantidade de amostras ao longo do cultivo. O folheto não informa o volume mínimo operacional nem as dimensões do conjunto para cada opção.

Esterilização em autoclave na rotina do laboratório

A esterilização do vaso em autoclave é uma característica central do Prime A. Esse método pode se ajustar a laboratórios que já dispõem de autoclave e operam com montagem e esterilização do recipiente antes do cultivo. O tamanho do vaso e seus acessórios devem ser compatíveis com a autoclave disponível e com o procedimento definido pela equipe.

A esterilização em autoclave não equivale à esterilização in situ (SIP). Caso o processo exija SIP do vaso ou transferência fechada, a seleção deve considerar outro modelo e a configuração específica necessária.

Agitação, aeração e dosagem configuráveis

O Taberis Prime A utiliza acionamento superior direto, com alternativa de selo mecânico ou acoplamento magnético. O fabricante lista impelidores Rushton, marinho e de pás inclinadas, além de opções de injeção de gás por ring sparger ou micro sparger de metal sinterizado. A escolha depende das necessidades de mistura e transferência de gases do cultivo.

O sistema admite até quatro linhas individuais de gás com controladores de vazão mássica e até quatro bombas peristálticas integradas à unidade de controle. Esses são limites informados para a configuração, não componentes instalados obrigatoriamente em toda oferta. Para planejar uma estratégia de alimentação, confirme o número de canais disponíveis, as vazões e a integração com a receita de processo.

Controle de temperatura e parâmetros do processo

O controle térmico utiliza manta de aquecimento. O folheto apresenta como opções um dedo de resfriamento ou um circuito térmico adicional para vasos de parede dupla ou chicanas de passagem. Entre as variáveis de medição e controle descritas estão velocidade de agitação, temperatura, pH, oxigênio dissolvido (pO₂) e antiespuma ou nível. Sensores de turbidez, peso, gás de exaustão e potencial redox são opcionais e precisam ser especificados com seus controladores.

BioScada II para acompanhamento dos bioprocessos

O BioScada II é a plataforma de supervisão apresentada no folheto do Prime A. Ela permite visualizar tendências e estados do processo, comparar dados entre bateladas, configurar controle em cascata, trabalhar com perfis de setpoint e organizar sequências de operação. A disponibilidade prática de cada função depende dos canais, sensores e módulos instalados no biorreator.

O fabricante descreve recursos de gestão de usuários e registros eletrônicos do software. Para aplicações reguladas, a adequação do sistema depende também da configuração, qualificação, documentação e procedimentos do laboratório.

Quando escolher o Taberis Prime A?

  • Pesquisa e treinamento: desenvolver rotinas de cultivo em um biorreator de bancada com vaso autoclavável.
  • Desenvolvimento de bioprocessos: controlar parâmetros e comparar resultados entre bateladas.
  • Estudos de agitação e aeração: selecionar impelidor, sparger e linhas de gás conforme o processo.
  • Alimentação controlada: avaliar receitas e dosagem com as bombas disponíveis na configuração fornecida.

Se o protocolo exigir esterilização in situ, compare também o biorreator de bancada KLF. Para outras capacidades e aplicações, consulte a linha de biorreatores e biofermentadores da Dafratec.

Perguntas frequentes sobre o Taberis Prime A

O Taberis Prime A é esterilizado em autoclave?

Sim. O vaso de vidro é autoclavável. Confirme as dimensões e os acessórios da configuração escolhida para verificar a compatibilidade com a autoclave do laboratório.

Quais volumes de trabalho estão disponíveis?

O folheto informa opções de 2,5, 4, 5,6, 9,6 e 13,5 litros de volume de trabalho. Os valores não representam uma faixa contínua para um único vaso.

Quantas linhas de gás e bombas o sistema pode ter?

O fabricante informa até quatro linhas individuais de gás com controladores de vazão mássica e até quatro bombas peristálticas integradas. A quantidade efetivamente instalada depende da configuração adquirida.

O Prime A pode ser esterilizado in situ?

O método descrito para o Prime A é a esterilização em autoclave. O folheto consultado não declara esterilização in situ para esse modelo.

Quais sensores são opcionais?

O folheto lista turbidez, peso, gás de exaustão e potencial redox como sensores opcionais. A necessidade de cada um deve ser definida pelo protocolo e confirmada na proposta técnica.

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