Isolamento, purificação, análise e armazenamento, um equipamento dedicado para cada etapa.
Cada etapa do trabalho com EVs tem exigências próprias e é independente. Escolha por onde começar.
A primeira etapa separa as EVs da matriz biológica original. A cromatografia de exclusão por tamanho (SEC) se destaca por ser suave e preservar a integridade das partículas, sem viés de tamanho.
→ 02Depois de isoladas, as EVs quase sempre carregam co-isolados que produzem sinal nas análises seguintes. Remover esse material reduz o ruído de fundo e é tratado como parte relevante do preparo.
→ 03Caracterizar EVs é outra etapa distinta. Quando o espalhamento não basta para distinguir partículas pequenas do ruído, a marcação fluorescente é uma das abordagens usadas, sempre apoiada por materiais de referência.
→ 04O armazenamento preserva as EVs entre o preparo e o uso posterior. As vesículas são sensíveis a temperatura, pH, ciclos de congelamento e à adesão em superfícies plásticas, fatores que reduzem a recuperação e a comparabilidade.
→A primeira etapa separa as EVs da matriz biológica original. A cromatografia de exclusão por tamanho (SEC) se destaca por ser suave e preservar a integridade das partículas, sem viés de tamanho.
A Vesi-SEC Midi mantém recuperação de partículas superior a 90% na condição de 0,5 mL, combinando a seletividade da SEC com a praticidade da centrifugação.
Tirar dúvida sobre Isolamento →Coluna SEC spin para isolamento de EVs e vírus
Isolamento rápido em amostras de 0,5 a 1 mL, sem frações e sem diluição.
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Microcentrífuga refrigerada de alta performance
18.000 RPM, 30.717 xg e rotor aerossol-tight certificado. Controle térmico que protege a amostra.
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Centrífuga refrigerada de alta velocidade
Refrigeração estável e ampla compatibilidade de tubos para isolamento por SEC e clean-up.
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Depois de isoladas, as EVs quase sempre carregam co-isolados que produzem sinal nas análises seguintes. Remover esse material reduz o ruído de fundo e é tratado como parte relevante do preparo.
Uma amostra mais limpa melhora a leitura em técnicas sensíveis a co-isolados, como F-NTA, citometria de fluxo e nano-flow, F-MRPS, microscopia de super-resolução (SMLM) e SP-IRIS.
Tirar dúvida sobre Purificação e clean-up →Caracterizar EVs é outra etapa distinta. Quando o espalhamento não basta para distinguir partículas pequenas do ruído, a marcação fluorescente é uma das abordagens usadas, sempre apoiada por materiais de referência.
Nenhum equipamento isolado é referência absoluta. Validar métricas com métodos ortogonais e materiais de referência é o que sustenta a confiança no dado.
Tirar dúvida sobre Marcação e análise →Corantes fluorescentes para marcação de EVs
Sondas lipofílicas que marcam seletivamente estruturas membranosas, diferenciando-as de agregados proteicos.
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Material de referência fluorescente
Isolado de EVs de HEK 293 com mNeonGreen em CD63: controle de sensibilidade e referência entre plataformas.
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Analisador NTA e potencial zeta
Rastreia partícula a partícula por NTA, com fluorescência multicanal e potencial zeta para F-NTA.
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O armazenamento preserva as EVs entre o preparo e o uso posterior. As vesículas são sensíveis a temperatura, pH, ciclos de congelamento e à adesão em superfícies plásticas, fatores que reduzem a recuperação e a comparabilidade.
O armazenamento adequado preserva o material entre uma etapa e o próximo uso, evitando que perdas por temperatura ou manuseio comprometam a amostra ao longo do tempo.
Tirar dúvida sobre Armazenamento e preservação →
Tampão para preservação e armazenamento
Reduz a adesão das partículas ao plástico, mantendo a amostra representativa, aplicável logo após o isolamento.
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Repositório automatizado −80 °C
Até 150.000 vials, recuperação em segundos, backup por nitrogênio e software SampleAtlas.
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Sistema de Armazenamento Criogênico Inteligente para Biobancos
Temperatura uniforme até −190 °C, automação completa na série Premium, desembaçamento sem nitrogênio adicional, capacidade até 99.200 criotubos e integração nativa com LIMS.
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Sistema Criogênico Automatizado com Picking a −150 °C
Picking automatizado a −150 °C, capacidade até 67.500 amostras, integração com AGVs para biobancos, consumo reduzido de nitrogênio líquido (12 a 22 L/dia) e operação plug-and-play sem pré-resfriamento.
Saber mais →O portfólio completo
Solicite orçamento apenas das etapas que você precisa, as ferramentas são independentes.
Dúvidas
É o conjunto de etapas que costumam fazer parte do trabalho com EVs: isolamento, purificação, marcação e análise, e armazenamento. São etapas distintas e reais; cada uma tem exigências e ferramentas próprias. Não se trata de um protocolo único validado de ponta a ponta, e sim de uma forma de organizar essas etapas.
Porque co-isolados como lipoproteínas, agregados proteicos, corantes livres e anticorpos não ligados podem gerar sinal nas análises sensíveis, sendo contabilizados como eventos positivos. Removê-los antes da leitura reduz o ruído de fundo e melhora a confiabilidade dos dados de tamanho e concentração.
O isolamento separa as vesículas da matriz biológica original (plasma, urina, cultura). A purificação, ou clean-up, remove contaminantes menores que permanecem junto às EVs após o isolamento, como corantes e proteínas livres, deixando a amostra pronta para análises sensíveis.
A Vesi-SEC Micro é indicada para pequenos volumes, de 50 a 100 µL, ideal para clean-up e amostras limitadas. A Vesi-SEC Midi atende volumes maiores, de 0,5 a 1,0 mL, com maior capacidade e escalabilidade para isolamento em rotina.
Em determinadas condições, o PBS não preserva bem as EVs, especialmente por permitir a adesão das partículas às superfícies plásticas. Um tampão específico como o Vesi-Safe ajuda a reduzir essa perda e a manter a amostra mais estável durante diluição, manuseio e armazenamento.
É uma amostra de composição conhecida usada para validar medições, controlar a sensibilidade do instrumento e comparar plataformas. O Vesi-Ref CD63-mNG, por exemplo, é um isolado de EVs fluorescente que funciona como controle positivo e referência em caracterização ortogonal.
Depende da aplicação e do prazo. Para armazenamento prolongado é comum trabalhar a −80 °C, e para criopreservação de longo prazo, faixas ainda mais baixas, próximas a −150 °C. Sistemas de biobanco automatizados ajudam a manter essas condições com segurança e rastreabilidade.
Porque cada técnica enxerga a amostra por um princípio físico distinto e tem limites de detecção próprios. Cuidados em cada etapa (isolamento, purificação e validação com métodos ortogonais) são práticas reconhecidas no campo para lidar com essa divergência, ainda que a variabilidade método-dependente seja inerente à comparação entre técnicas.
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Conte em qual etapa você está (isolamento, purificação, análise ou armazenamento) e a equipe técnica da Dafratec retorna com as soluções adequadas ao seu estudo.
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