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Da Extração ao Armazenamento e Caracterização de Vesículas Extracelulares

Isolamento, purificação, análise e armazenamento, um equipamento dedicado para cada etapa.

Solução completa para extração, análise e armazenamento de vesículas extracelulares

Principais etapas da extração e caracterização de EVs

Cada etapa do trabalho com EVs tem exigências próprias e é independente. Escolha por onde começar.

01

Isolamento de EVs

A primeira etapa separa as EVs da matriz biológica original. A cromatografia de exclusão por tamanho (SEC) se destaca por ser suave e preservar a integridade das partículas, sem viés de tamanho.

A Vesi-SEC Midi mantém recuperação de partículas superior a 90% na condição de 0,5 mL, combinando a seletividade da SEC com a praticidade da centrifugação.

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02

Purificação de EVs

Depois de isoladas, as EVs quase sempre carregam co-isolados que produzem sinal nas análises seguintes. Remover esse material reduz o ruído de fundo e é tratado como parte relevante do preparo.

Uma amostra mais limpa melhora a leitura em técnicas sensíveis a co-isolados, como F-NTA, citometria de fluxo e nano-flow, F-MRPS, microscopia de super-resolução (SMLM) e SP-IRIS.

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03

Caracterização de EVs

Caracterizar EVs é outra etapa distinta. Quando o espalhamento não basta para distinguir partículas pequenas do ruído, a marcação fluorescente é uma das abordagens usadas, sempre apoiada por materiais de referência.

Nenhum equipamento isolado é referência absoluta. Validar métricas com métodos ortogonais e materiais de referência é o que sustenta a confiança no dado.

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O portfólio completo

Uma solução para cada etapa

Solicite orçamento apenas das etapas que você precisa, as ferramentas são independentes.

01 Isolamento
Separar as vesículas de plasma, soro, urina, líquor ou sobrenadante de cultura sem introduzir vieses de tamanho. Vesi-SEC Midi/ CRYSTE PuriSpin 18R/ VeloSpin 22R
02 Purificação
Retirar proteínas solúveis, agregados, lipoproteínas, corantes livres e anticorpos não ligados antes da leitura. Vesi-SEC Micro
03 Caracterização
Distinguir partículas com membrana do ruído e validar as medições com métodos ortogonais. Vesi-Dye LMB/ Vesi-Ref CD63-mNG/ ZetaView
04 Armazenamento
Proteger as vesículas de variações de temperatura, ciclos de congelamento e adesão ao plástico. Vesi-Safe/ Snorkel/ Crest Series/ Hatch Series

Dúvidas

Perguntas frequentes

É o conjunto de etapas que costumam fazer parte do trabalho com EVs: isolamento, purificação, marcação e análise, e armazenamento. São etapas distintas e reais; cada uma tem exigências e ferramentas próprias. Não se trata de um protocolo único validado de ponta a ponta, e sim de uma forma de organizar essas etapas.

Porque co-isolados como lipoproteínas, agregados proteicos, corantes livres e anticorpos não ligados podem gerar sinal nas análises sensíveis, sendo contabilizados como eventos positivos. Removê-los antes da leitura reduz o ruído de fundo e melhora a confiabilidade dos dados de tamanho e concentração.

O isolamento separa as vesículas da matriz biológica original (plasma, urina, cultura). A purificação, ou clean-up, remove contaminantes menores que permanecem junto às EVs após o isolamento, como corantes e proteínas livres, deixando a amostra pronta para análises sensíveis.

A Vesi-SEC Micro é indicada para pequenos volumes, de 50 a 100 µL, ideal para clean-up e amostras limitadas. A Vesi-SEC Midi atende volumes maiores, de 0,5 a 1,0 mL, com maior capacidade e escalabilidade para isolamento em rotina.

Em determinadas condições, o PBS não preserva bem as EVs, especialmente por permitir a adesão das partículas às superfícies plásticas. Um tampão específico como o Vesi-Safe ajuda a reduzir essa perda e a manter a amostra mais estável durante diluição, manuseio e armazenamento.

É uma amostra de composição conhecida usada para validar medições, controlar a sensibilidade do instrumento e comparar plataformas. O Vesi-Ref CD63-mNG, por exemplo, é um isolado de EVs fluorescente que funciona como controle positivo e referência em caracterização ortogonal.

Depende da aplicação e do prazo. Para armazenamento prolongado é comum trabalhar a −80 °C, e para criopreservação de longo prazo, faixas ainda mais baixas, próximas a −150 °C. Sistemas de biobanco automatizados ajudam a manter essas condições com segurança e rastreabilidade.

Porque cada técnica enxerga a amostra por um princípio físico distinto e tem limites de detecção próprios. Cuidados em cada etapa (isolamento, purificação e validação com métodos ortogonais) são práticas reconhecidas no campo para lidar com essa divergência, ainda que a variabilidade método-dependente seja inerente à comparação entre técnicas.

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